Defesa Civil Municipal realiza limpeza no leito do Rio It…

A Defesa Civil Municipal de Itapetininga realizou operações embarcadas para retirar resíduos do leito do Rio Itapetininga. Segundo a prefeitura, os materiais se acumularam no curso d’água após a enchente histórica que atingiu o município.

A limpeza integra as ações de recuperação pós-desastre e ocorre junto ao mutirão de limpeza e ao apoio oferecido a moradores afetados pelas cheias. Entre os itens recolhidos nas áreas atingidas estão móveis e outros objetos perdidos durante o alagamento.

Em notícia publicada em 21 de outubro de 2026, a prefeitura informou que a operação abrangeu o trecho entre o bairro do Porto e a Ponte Cesário. A ação foi conduzida pela Defesa Civil Municipal.

limpeza no Rio Itapetininga

A retirada busca remover resíduos deixados às margens do principal recurso hídrico do município, que podem poluir o rio e afetar a vida aquática e terrestre. A prefeitura também informou que o material recolhido será encaminhado para descarte adequado.

Operação embarcada retira resíduos do leito do rio

Durante a ação, foram recolhidos aproximadamente 150 kg de materiais flutuantes no Rio Itapetininga. A quantidade corresponde aos resíduos retirados no trecho percorrido pela equipe da Defesa Civil Municipal.



Entre os materiais encontrados estavam embalagens plásticas e garrafas PET, itens que podem ser carregados pela água e permanecer no curso do rio após uma cheia. A operação também identificou caixas de isopor entre os resíduos recolhidos.

Os objetos retirados eram materiais inservíveis que ficaram no leito do rio após a enchente histórica em Itapetininga. A variedade dos itens recolhidos incluiu, portanto, embalagens, recipientes plásticos e caixas de isopor.

Enchente histórica e áreas ainda afetadas pelas cheias

O Rio Itapetininga chegou a ultrapassar 6 metros acima do nível normal e, segundo a prefeitura, vinha baixando gradativamente. Na medição de 19 de outubro de 2026, feita pela régua oficial de monitoramento, o nível era de 3,39 metros.

O volume da cheia foi associado ao setembro mais chuvoso registrado na cidade nos últimos dez anos. Conforme dados do Sindicato Rural de Itapetininga citados pela prefeitura, o acumulado do mês chegou a 358,1 milímetros.

No bairro Alciati, três áreas continuavam alagadas e seus moradores ainda não podiam retornar. Durante o período mais crítico, a inundação atingiu 15 áreas e cerca de 380 imóveis, entre residências fixas e casas de veraneio; a estimativa municipal foi de aproximadamente 150 pessoas afetadas pelo transbordamento.



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